
Andréia de Rosa Justo
CRP 06/66085
- Psicóloga Clínica graduada pela Universidade São Judas Tadeu
- Atua na área de atendimento clínico desde 1999.
- Aperfeiçoamento em Terapia de Adolescente pela Universidade São Judas Tadeu
- Especialista em Psicologia Clínica – Terapia Cognitiva pelo ITC (Instituto de Terapia Cognitiva)
- Membro Afiliada a ABPC (Associação Brasileira de Psicoterapia Cognitiva)
Rosana Nakayama – CRP 06/70741
- Psicóloga Clínica Graduada pela Universidade São Judas Tadeu
- Atua na área de atendimento clínico desde 2000
- Cursando Especialização em terapia cognitiva pelo ITC ( Instituto de Terapia Cognitiva)
- Membro Afiliada a ABPC (Associação Brasileira Psicoterapia Cognitiva)
» O QUE É A TERAPIA COGNITIVA?
A TC é um sistema de psicoterapia proposto e desenvolvido por Aaron Beck e seus colaboradores, que integra um conjunto de técnicas e estratégias terapêuticas. Tem abordagem estruturada, diretiva, ativa, de prazo limitado, usada para tratar uma variedade de transtornos (depressão, ansiedade, queixas somáticas, dificuldades interpessoais, transtornos alimentares, dependência química, entre outros).
A TC difere da psicoterapia convencional em 2 aspectos importantes: na estrutura formal das entrevistas e nos tipos de problemas focalizados. O terapeuta que está aplicando TC mantém-se continuamente ativo, interagindo com o paciente. Seu enfoque é trabalhar em problemas recentes. O ímpeto principal é investigar os pensamentos e sentimentos durante a sessão de terapia e entre as sessões.
As técnicas terapêuticas são projetadas para identificar, testar a realidade e corrigir as conceituações distorcidas e as crenças disfuncionais (esquemas) por trás destas cognições. Reavaliando e corrigindo seu pensamento, o paciente aprende a dominar seus problemas e situações que ele previamente considerava insuperáveis.
O terapeuta cognitivo ajuda o paciente a pensar e agir de forma mais realística e adaptativa em relação aos seus problemas psicológicos e, deste modo, reduz os sintomas.
Esta abordagem consiste em experiências de aprendizagem altamente específicas projetadas para ensinar o paciente as seguintes operações: (1) monitorar seus pensamentos automáticos negativos, (2) reconhecer as conexões entre cognição, afeto e comportamento, (3) examinar as evidências a favor e contra seu pensamento automático distorcido, (4) substituir estas cognições por interpretações mais orientadas a realidade e (5) aprender a identificar e alterar as crenças disfuncionais que o predispõe a distorcer suas experiências.
Fonte: Terapia Cognitiva para Depressão – Aaron Beck, 1997.
» ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL E APOSENTADORIA
Você deve estar se perguntando “Qual é o objetivo de se trabalhar Orientação Profissional com aposentados?”. Bem, este trabalho caminha preventivamente para manter a auto-estima equilibrada e mudar o olhar da sociedade perante o idoso / aposentado.
Por que isso? Vocês, leitores, notaram que a expectativa de vida dos brasileiros tem aumentado? Hoje a média está em 72,4 anos, o que nos leva a pensar mais no idoso e em sua situação. O que fazer quando se aposenta, de um modo geral, com 60 anos (a mulher) e 65 anos (o homem)?. É muito tempo para não ter uma atividade ou mesmo um projeto de vida.
Sem uma atividade, qualquer pessoa fica à mercê do ócio, podendo apresentar sintomas de um quadro depressivo. Por isso ressalto a importância de ter uma atividade, principalmente uma na qual sinta prazer em realizá-la.
Com relação ao projeto de vida não é diferente porque ele também é importante em qualquer etapa de nossa vida. Este nos passa a sensação de vitória. Quando conseguimos realizar algo, há uma “voz” interior que diz: “Parabéns! Você conseguiu!”. E essa sensação faz com que busquemos alcançar outros mais.
Pensem nisso. Há sempre algo que podemos fazer. Afinal, nunca é tarde.
Juliene Cardoso do Prado
Psicóloga Orientadora Profissional – CRP 06 / 78107
julienecardoso@hotmail.com
Artigo publicado na Revista EM CONDOMÍNIOS (Mooca)
Ano 2 - Edição 23 - Junho - 2010 – Mensal – página 14
ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL
» O QUE É ORIENTAÇÃO?
Lucchiari (1998: 35), define Orientação como “um trabalho que leva você a tomar contato consigo mesmo (...)”, podendo ser realizados com crianças, adultos e aposentados.
» PORQUE É IMPORTANTE?
Uma decisão pessoal refletida irá beneficiar a pessoa em sua carreira profissional e na sua vida pessoal, de maneira que, perante as dificuldades encontradas em seu percurso, a pessoa tenha condições de seguir em frente, tomando suas próprias decisões.
» COMO É REALIZADO?
O processo é realizado uma vez por semana, totalizando até 10 (dez) encontros. O tempo estimado é de, aproximadamente, 2 (duas) horas, variando na modalidade: grupo ou individual.
São trabalhados temas como: valores, influência, informação, entre outros, e, especialmente, o autoconhecimento – sendo este fundamental ao processo – através de dinâmicas reflexivas (de acordo com a modalidade escolhida), trechos de filmes, atividades dissertativas, músicas, etc.
Fonte: "O que é escolha profissional" - Dulce Helena S. Lucchiari,1998
Por: Juliene Cardoso do Prado - Psicóloga - CRP 06/ 78107
- Graduada em Psicologia pela Universidade São Judas Tadeu;
- Membro afiliada à ABOP (Associação Brasileira de Orientação Profissional);
- Cursando "Curso de Orientação Profissional: da teoria à técnica";
- Atua em atendimentos de Orientação Profissional (individual e em grupo) desde 2004;
- Desenvolvimento de projetos na àrea e Apresentações de palestras.
E-mail: julienecardoso@hotmail.com
Atenção: Aceitamos cartão de crédito e débito
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